Ensaios clínicos para Alzheimer: possibilidade de novos tratamentos podem retardar progressão da doença

Um ensaio clínico realizado por clínicas de memória em todo o Reino Unido oferecerá exames de sangue para demência a milhares de pessoas, na esperança de permitir que mais indivíduos tenham acesso a cuidados, apoio e novos tratamentos medicamentosos em estágios mais precoces da doença. O estudo, conduzido pela University College London e pela University of Oxford, envolverá cerca de 5.000 voluntários ao longo de cinco anos e focará em testes sanguíneos para a doença de Alzheimer e outras formas de demência. Atualmente, cerca de um terço dos pacientes com demência nunca recebem um diagnóstico formal, deixando-os preocupados e incertos sobre sua condição.

Apenas cerca de 2% dos pacientes têm um dos testes “padrão-ouro” para Alzheimer, como uma tomografia por emissão de pósitrons (PET) ou uma punção lombar. Ambos podem detectar a presença de proteínas anormais no cérebro, como amiloide e tau, que começam a se acumular até 20 anos antes dos sintomas surgirem, mas são caros. A equipe de Oxford investigará uma variedade de testes sanguíneos mais acessíveis, que poderiam ser uma maneira mais fácil para os médicos identificarem sinais precoces da doença.

Os pesquisadores também avaliarão se os testes sanguíneos podem ajudar a detectar essas doenças em vários estágios. O ensaio liderado pela University College London se concentrará no biomarcador mais promissor para a doença de Alzheimer, chamado p-tau217, que pode indicar níveis de amiloide e tau no cérebro. O objetivo é aumentar a taxa de diagnóstico da doença de Alzheimer em pessoas com demência precoce e problemas de memória leves, mas progressivos.

O ensaio clínico é muito importante, especialmente com a possibilidade de novos tratamentos que possam retardar a progressão do Alzheimer. Dois tratamentos mostraram em ensaios clínicos que podem desacelerar a doença em estágios iniciais. No entanto, mesmo se esses tratamentos forem aprovados, ainda precisarão ser considerados acessíveis e eficazes para o NHS antes de serem disponibilizados para os pacientes. A pesquisa está sendo financiada por várias entidades, incluindo a Alzheimer’s Society, Alzheimer’s Research UK e o National Institute for Health and Care Research.

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